Internacional
Melhor Filme:
Dafne y Pol, Sergio Checa, 17′, Espanha, 2026
Longas
Melhor Roteiro:
Apenas Coisas Boas, Daniel Nolasco, 104′, Brasil, 2025
Lucas Drummond e Fernando Libonati Apenas Coisas Boas, Daniel Nolasco, 104′, Brasil, 2025 O Brilho Que Você Tem, Larissa Melo e Thais Oliveira, 70′, Brasil, 2026 Apenas Coisas Boas, Daniel Nolasco, 104′, Brasil, 2025 Couraça, Susan Kalik e Daniel Arcades, 19′, Salvador/BA, 2025 Couraça, Susan Kalik e Daniel Arcades, 19′, Salvador/BA, 2025 & O Véu, Gabriel Motta, 19′, Porto Alegre/RS, 2025 Couraça, Susan Kalik e Daniel Arcades, 19′, Salvador/BA, 2025 Couraça, Susan Kalik e Daniel Arcades, 19′, Salvador/BA, 2025 Livas do Viés ao Godê, de Reider Augusto, 10′, Goiânia/GO, 2025 Livas do Viés ao Godê, de Reider Augusto, 10′, Goiânia/GO, 2025 Livas do Viés ao Godê, de Reider Augusto, 10′, Goiânia/GO, 2025 Tempo Rubato, de Lucca Brasil, 16′, Goiânia/GO, 2025 Maic Não Quer Cruzar, Henrique Filho, 20′, Salvador/BA, 2025 FArDADO, de Dan Biurrum, 25′, Brasil, 2025 MENÇÃO HONROSA: America, de Aly Muritiba, 22′, Brasil e Estados Unidos, 2025 The 10 Commandments, Vasia Abatzi, 12′, Grécia, 2026 Ele gosta de bonecas, de Raphaella Pessato, 7′, Anápolis/GO, 2025 com 55,8% Grito que Reflete, Camilla Hollmann e Brielle, 2′, Brasil, 2026 com 38,8% Brilho Que Você Tem, Larissa Melo e Thais Oliveira, 70′, Brasil, 2026 com 52,1% Thaís Oliveira Nós sabemos que a cultura visual é construída por pessoas que doam a vida para contar histórias. Por isso, antes de premiarmos os filmes em competição, o DIGO Festival de 2026 presta a sua Homenagem Especial desta noite. O DIGO – Festival Internacional de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás celebra hoje uma força que reverbera muito além das telas e das salas de aula. Homenageamos uma mulher, docente e pesquisadora que, com coragem inabalável, desbravou terrenos áridos, afirmando sua identidade e seu fazer artístico de cabeça erguida. Em um ambiente tantas vezes marcado pelas amarras do conservadorismo e da resistência, ela escolheu o som, a escuta e o cinema como ferramentas de liberdade, política e verdade. Sua trajetória — que acolhe e transforma a comunidade acadêmica da , que lapida o som direto de nossa história e que investiga as nossas potências — é a prova viva de que a existência e o afeto são atos revolucionários. Obrigado por ensinar, por pesquisar e, acima de tudo, por nunca MUTAR o som, nunca se silenciar, pavimentando caminhos para que tantas outras vozes possam ecoar com orgulho e sem medo. Rodrigo Faour A história da nossa cultura é composta não apenas pelas vozes que foram aplaudidas sob a luz dos refletores, mas também pelas trajetórias silenciadas que, com audácia e resiliência, forjaram a própria identidade do Brasil. Homenageamos hoje um pesquisador que compreendeu que falar de música é, inevitavelmente, falar de comportamento, corpo e sobrevivência. Em sua obra mais recente, ele mergulha nas estratégias de visibilidade que permitiram à comunidade LGBTI+ existir e resistir, transformando o Rio de Janeiro em um território de invenção e liberdade que ecoa por todo o país. Com um olhar que se recusa a ignorar as margens, este historiador nos devolve uma narrativa sem preconceitos, reafirmando que a nossa história não está completa enquanto não reconhecermos a coragem daqueles que, mesmo sob a sombra da repressão, ousaram existir. Por seu papel fundamental em resgatar e valorizar a memória LGBTI+ como um pilar essencial da identidade nacional, o DIGO – Festival Internacional de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás reverencia o trabalho e a lucidez. José María “Cote” Romero A luta por espaço é uma batalha diária. Enquanto muitos ocupam as telas para falar de diversidade, outros dedicam a vida à tarefa invisível — porém vital — de abrir caminhos, mover engrenagens e garantir os recursos necessários para que nossas histórias continuem sendo contadas. Homenageamos hoje um verdadeiro guerreiro das artes, cuja audácia só encontra paralelo na sua capacidade de articulação. Ele não apenas dirigiu lentes e festivais; ele construiu trincheiras. Como idealizador e ativista, ele enfrentou a escassez e o conservadorismo institucional com a arma mais poderosa que temos: a organização coletiva. Sua incansável militância pela captação de recursos e pelo fortalecimento das redes LGBTI+ na América Latina transformou a precariedade em rede de apoio, garantindo que o cinema de gênero não fosse apenas um sonho, mas uma realidade sustentável e urgente. Pela sua bravura em nunca recuar na luta por verbas e espaços de visibilidade, e por ser a força motriz por trás de projetos que unem todo o nosso continente, o DIGO – Festival Internacional de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás reverencia o ativista e grande idealizador. Muito obrigado a todas, todos e todes que fizeram esse festival acontecer, nossa equipe, os jurados, o público, e principalmente vocês, que acreditam e apoiam a diversidade. O DIGO é uma respiração, uma esperança e uma celebração da diversidade em Goiás. Continuaremos sempre aqui, levando uma mensagem de amor, respeito e inclusão. #vemprodigoMelhor Atuação:
Melhor Direção:
Melhor Filme:
Nacional
Melhor Roteiro:
Melhor Atuação (empate):
Melhor Direção:
Melhor Filme:
Goiás
Melhor Roteiro
Melhor Direção
Melhor Filme
Menção Honrosa
Outros Formatos
DIGO OLHAR QUE INVENTA LIBERDADE
DIGO PRISMA
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Público
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Internacional com 15,6%
Longa Metragem
Homenagens
