Vencedores 2021

O alcance da sexta edição foram de centenas de milhares de interações sendo o público goiano representando 12,8% de visitações seguido de São Paulo com 5,8% e Rio de Janeiro com 3,9%. A votação aconteceu de 3 a 8 de junho de 2021 e aconteceu no site do festival e também na plataforma Cinebrac.

 

 

Vencedores Juri DIGO 2021

Fotos Privadas, Marcelo Grabowsky, SP e RJ, Ficção 20′]

Melhor Atuação – Trio

Justificativa Juri:

Pela naturalidade com que conjugam suas inter relações, pelo uso espontâneo que fazem do texto e pela simbiose conseguida com veracidade a um jogo de intercala novidade e confiança, o júri concede o prêmio de interpretação a Antonio Miano, Lucas Galvino e Vinicius Neri pelo filme ‘Fotos Privadas’.

 

Homens invisíveis, Luis Carlos de Alencar, RJ, Doc 25´

Melhor Direção

Justificativa Juri:

Pela importância e ineditismo do tema, sustentado pelo olhar atento à montagem e fotografia, além do excelente rendimento dos personagens nas entrevistas, o júri concede o prêmio de Melhor Direção para “Homens Invisíveis”.

 

Inabitável, Matheus Farias e Enock Carvalho, PE, Ficção 20´

Melhor Atuação – Luciana

Melhor Filme

Justificativa Juri:

Pela sensibilidade em compreender as incertezas de uma mulher à ausência da filha, pela comunicação completa que empreende entre o texto e seu corpo, o júri concede o prêmio de interpretação a Luciana Souza, por ‘Inabitável’.

Pela absoluta compreensão de seu tema, por expandir o debate sobre o direito à vida, sobre o próprio corpo e sobre o espaço físico que ocupamos, por mostrar que precisamos ‘ocupar e resistir’ sempre, aqui ou em qualquer outro lugar que seja, enfim, pela excelência em cada quesito cinematográfico, o júri concede o prêmio de melhor filme da mostra nacional de curtas a ‘Inabitável’.

 

Vagalumes, Léo Bittencourt, RJ, Experimental 19´

Melhor Direção de Fotografia

Justificativa Juri:

Pela proposta fotográfica carregada de mistério e curiosidade que redimensiona o cenário do Aterro do Flamengo, o júri concede prêmio para o filme “Vagalumes”.

 

Entre, Ana Carolina Marinho e Luz Bárbara, SP, Ficção 15´

Melhor Filme e Prêmio Bolsa AIC

Justificativa Juri:

Pela forma gradativa com que desenrola sua narrativa misteriosa e sedutora, pela naturalização exemplar a respeito do nascimento do desejo, pela sororidade empreendida mesmo em meio a paixão e ao tragédia iminente, pela condução exemplar de seu tratamento imagético, o júri concede o prêmio de melhor filme é prêmio AIC a ‘Entre’, de Ana Carolina Marinho e Luz Bárbara. 

 

Polifonia – mulheres na técnica, Thais Robaina, SP, DOC, 24´

Menção honrosa

Justificativa Juri:

Pelo conteúdo relevante apresentado no projeto, sustentado pela escolha das personagens, montagem e finalização excelentes, além do roteiro fluído, o júri concede menção honrosa para “Polifonia – Mulheres na técnica”.

 

Café com Rebu, Danny Barbosa, PB, Ficção 13´

Melhor Filme

Justificativa Juri:

Pela proposta ousada apresentada no projeto e a visibilidade do corpo travesti, sustentada pela bela fotografia, atuação e bons diálogos, o júri concede o prêmio de melhor filme para “Café com Rebu”.

 

Água, Santiago Zermeño, México, Ficção 14´

Melhor Filme

Justificativa Juri:

Pela maneira delicada como filma a ambiguidade entre a liberdade dos espaços cênicos dentro da ótica trancafiada de sua narrativa, explorando os cenários naturais para desenvolver uma história sobre repressão social e particular, o júri concede o prêmio de melhor filme do júri internacional para ‘Água’, de Santiago Zermeño.

 

Hugo : 18h30, James Maciver e  Simon Helloco, França, Ficção 13´13

Menção Honrosa

Justificativa Juri:

Pela escolha narrativa que aborda o tema de descoberta sobre HIV de forma  ressignificada, sustentada pelo roteiro e pela fotografia excelentes, e bom timing de montagem, o júri concede o prêmio para “Hugo: 18h30”.

 

Vento Seco, Daniel Nolasco, GO Ficção 110´

Melhor Filme

Justificativa Juri:

Por representar um sopro de vitalidade estética dentro do cinema brasileiro sob qualquer gênero, pela necessária transgressão narrativa e imagética, por ampliar ainda mais os contextos e as formas da nossa cinematografia atual, o júri concede o prêmio de melhor longa metragem a ‘Vento Seco’ de Daniel Nolasco. 

 

Limiar, Coraci Ruiz, SP, Documentário, 77´

Menção Honrosa

Justificativa Juri:

Pela importância do tema e pela sensibilidade narrativa, sustentada pela direção, acervo de imagens íntimas familiares, qualidade de entrevistas e roteiro que alcançou falas que descomplicam o tema transexualidade e despertam a consciência coletiva sobre o assunto, o júri concede o prêmio para “Limiar”.

 

Troféu DIGO AMIGUE

 

 

Amanda Costa

O troféu vai para pessoas que colaboraram para o DIGO. Amanda faz parte do festival desde a primeira edição sem medir esforços na produção e no trabalho para viabilizar o sucesso do projeto

 

Jornalista especialista em Jornalismo Literário pela ABJL. Atua na área da Comunicação há 20 anos. Tem experiências em redação, rádio, web, fotojornalismo, assessoria de imprensa, roteiros e produção audiovisual. Sendo que no telejornalismo atuou com produção, reportagem e apresentação em emissoras afiliadas da Globo e do Canal Futura. No NUCCA (Núcleo de estudos audiovisuais da UFG) fez roteiros de inter programas e elaborou projetos para televisão. Trabalhou como repórter e apresentadora do programa Faz o quê? da TV UFG. Atuou como redatora e assessora de imprensa no departamento de Marketing da UNIALFA. É professora de “Radiojornalismo” e “Gestão Editorial” na graduação de Jornalismo e “Atendimento e Planejamento” no curso de Publicidade e Propaganda da UNIALFA. Além disso, é diretora da AMORA comunicação.

 

Troféu Christian Petterman (Festival)

 

Carol Breviglieri

Designer de Moda pela Universidade Federal de Goiás, Pós-graduada em Cinema pela Faculdade Cambury e em Figurino e Carnaval pela Universidade Veiga de Almeida no RJ. Estudou na Escola Livre de Cinema em BH e na Cinema Makeup School em Los Angeles, onde fez o Curso de Maquiagem de Caracterização e Efeitos Especiais. Idealizadora e proprietária do Acervo Brevintage, que abriga figurinos e acessórios de época ou réplicas e atuais para uso em figurinos de cinema e TV.

Atua no audiovisual desde 2005. Entre seus principais trabalhos na equipe de Arte e/ou Figurino estão os longa-metragens “Vento Seco” do Daniel Nolasco , “Atrás da Sombra” de a Thiago Camargo , “Dias Vazios” de Robney Bruno e “O Menino no Espelho” de Guilherme Fiúza e “Ninguém Ama Ninguém por Mais de Dois Anos” de Clóvis Melo e, os curta-metragens E o Galo Cantou” de Daniel Calil, “A Câmera de João” de Tothi Cardoso, “Marias” de Edem Ortegal, “Morte Cega” de Pablo Villaça e “Esse Coração que me Resta” de Marcella Jacques, além das séries para TV e Web “Acerto de contas” e “Por Isso sou Vingativa” para o Multishow , “Heróis” e Apocalipze” para o canal Webseriados e “Genial – 2a Temporada” para o Canal Brasil.

 

Homenageado

 

André Fischer

 

Homenageado no VI DIGO Festival Internacional da Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás com o troféu DIGO devido a respectiva justificativa:

 

Desempenho excepcional na história LGBTI+ brasileira com trabalho incansável e pioneiro no audiovisual brasileiro na temática da diversidade, além de desenvolvimento de mídias sociais e tecnológicas no âmbito do ativismo, salvando vidas e inspirando pessoas na luta contra o preconceito, ódio e fascimo por meio das ações culturais há quase 30 anos.

 

 

Vencedores Público DIGO 2021

 

Nacional

 

 Memória de quem (não fui), Thiago Kistenmacker, RJ, Ficção 15´

com 30,6% de votos

 

 

Mulheres LGBTI+

 

 Polifonia – mulheres na técnica, Thais Robaina, SP, DOC, 24´

com 30,8% dos votos

 

 

A Pandemia é Política

 

DOIS, Guilherme Jardim e Vinícius Fockiss, MG, Ficção 10´

com  71,6% dos votos

 

 

Internacional

 

Dois homens ao mar, Gabriel Motta, Brasil, Estônia, Ficção 17´

com 44,3%

 

 

Cinebrac

 

Vento Seco, Daniel Nolasco, GO Ficção 110´

com 50% dos votos

 

 

O DIGO ainda continua a sua programação em todo o mês do orgulho com 16 filmes que podem ser assistidos na plataforma Cinebrac e na exposição presencial e on-line  Performatividades Drag: as cores e a força da arte na Secretaria de Direitos Humanos de Goiânia, no Setor Sul.

 

Filmes disponíveis no www.cinebrac.com.br durante o mês de junho. 

 

  • E agora, Maria? Bruna Maria e Camila Gregório, BA, Ficção 25´
  • Em caso de fogo pegue o elevador, Fernanda Reis, RS, Ficção 12´57
  • Memória de quem (não fui), Thiago Kistenmacker, RJ, Ficção 15´
  • O que pode um corpo, Victor Di Marco e Márcio Picoli, RS, Ficção 14´
  • Queens Vs Zombies From Outer Space, Danilo Morales, SP, Ficção 21´
  • Beatmakers, Luciana Santos e Sabrina Emanuelly, SP, Doc 22´
  • Entre, Ana Carolina Marinho e Luz Bárbara, SP, Ficção 15´
  • Isolada, Ana Domitila Rosa, GO, Ficção, 12´
  • Polifonia – mulheres na técnica, Thais Robaina, SP, DOC, 24´
  • Quem eles pensam que eu fui, Débora Fiuza, RJ, Ficção 14´18
  • Reconexões Carolina Timoteo, SE, Experimental, 4´
  • Cura-me, Eduardo Varandas Araruna, PB, Ficção 16´42
  • Eu, poesia para quem, Gleig de Souza, GO, Ficção 16´
  • Hugo : 18h30, James Maciver, França, Ficção 13´13
  • Mourn O Nature, Nino Laisné e François Chaignaud, França, Ficção, 9´57
  • Privilegiada, Alex de la Croix, Espanha, Ficção 10´22

 

 

Performatividades Drag:
as cores e a força da arte

 

Exposição On-Line e Presencial:

Local: Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Políticas Afirmativas de Goiânia

Endereço: R. 99, 66 – St. Sul, Goiânia – GO

Horário de Visitação: Segunda a Sexta – 8:00 as 18:00

 

On-line: www.performatividadesdrag.com.br

Catálogo: https://indd.adobe.com/view/a9462497-ff0a-4e26-bf43-8f7648d16ba6