Vencedores 2018

Get to Know the II DIGO International Goiás Film Festival of Sexual and Gender Diversity award winners !!!
Conheça os ganhadores do troféu do II DIGO Festival Internacional de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás !

CURTAS INTERNACIONAIS

Melhor Direção:
Uma direção impecável que consegue um curta-metragem singelo e poético. Cada um dos elementos da linguagem cinematográfica é meticulosamente cuidado. Fotografia, performances, arte e música não competem entre si.
El tigre y la flor de Denisse Quintero, México

Melhor Roteiro:
A separação ou separação de casais é mais comum do que parece. O desenvolvimento linear do curta-metragem não perde de vista os elementos necessários para manter o espectador atento. A mudança visível dos personagens começa com um roteiro bem construído.
No More We de David Fardmar, Suécia

Melhor Atuação:
A tristeza desenfreada levantada no início do curta-metragem é substituída pela aceitação nostálgica no final. Isto é possível, entre outras coisas, graças às performances de BJÖRN ELGERD (Adrian) e JONATHAN ANDERSSON (Hampus).
No More We, de David Fardmar, Suécia

Melhor Filme
Com genialidade, o curta aborda um tema frequentemente discutido em casais homossexuais: separação, luto, encerramento, continuando sem ódio. NÃO MAIS NÓS -NO MORE WE-. Um relacionamento amoroso, independente de gênero.
No More We de David Fardmar de Suécia

Escolha do Público
Flesh de Tomas Repaux, França

CURTAS METRAGENS

Melhor Atuação:
Um ator que tem os sentimentos a flor da pele e o filme permite que ele se mostre em várias tonalidades nesse sentido enchendo a tela com seu olhar doce, revoltado, triste, esperançoso. primorosa interpretação.

Silvero Pereira de No Fim de Mundo, de Victor Ciriaco Rio Grande do Norte

Melhor Direção
Direção perfeita, no sentido que leva o espectador a participar de uma relação difícil entre mãe e filho. Os quadros fechados te levam a essa participação, sabe lidar com os atores, ressalta as reações dos personagens e te conta uma relação intensa sem apelar para grandes efeitos ou se colocar na frente daquilo que está mostrando. Perfeito.

Victor Ciriano de No Fim de Mundo, Rio Grande do Norte

Melhor Roteiro:
Uma mulher transexual quer mudar de vida e vai procurar um emprego formal. Ela está cansada de sua vida e do único jeito que encontrara para sustentar sua irmã e sua sobrinha. Através da perspectiva de uma mulher transexual do Sul do Brasil, o curta retrata a jornada de Fernanda atrás do emprego que ela sempre desejou. Roteiro que consegue expor em pequenos flashs o dia a dia de Fernanda, a personagem trans, o perigo do submundo, sua relação familiar, suas lembranças, e seus sonhos.

Primavera de Fernanda de Débora Zanatta e Estevan de la Fuente, Curitiba.

Escolha do Público:

Majur de Rafael Irineu, Mato Grosso

Melhor Curta
Muito bem interpretado em todo o seu elenco e com ótima direção e roteiro faz um excelente filme.

Primavera de Fernanda de Débora Zanatta e Estevan de la Fuente, Curitiba.

MOSTRA SUZY CAPÓ – criada em homenagem a Suzy Capó grande incentivadora dos festivais lgbti+ no Brasil, que viveu no Centro Oeste.Escolha do Público:
Transvivo de Tati Franklin, Espírito Santo

LONGAS

Melhor Fotografia
As figuras e o arranjo dos elementos acompanhados de uma iluminação correta são constituídos em uma linguagem simples que reforça o roteiro.

“O que seria deste mundo sem paixão” de Luis Carlos Lacerda

Melhor Direção
Elementos fotográficos, sonoros, iluminados e atuantes convergem em uma integridade que dá força à história. Uma direção impecável que se destaca do início ao fim

Ursinho de Stéphane Olijynk

Melhor Atuação
Se destaca pela interpretação de um menino negro que aposta no amor e supera as dificuldades econômicas e sociais de Copacabana. Através da naturalidade das expressões corporais e gestuais, o personagem convida o espectador a ser cúmplice de suas experiências.

Digāo Ribeiro de Ursinho de Stéphane Olijynk,

Melhor Roteiro
A percurso do protagonista ao longo da história expõe uma mudança interna que é reforçada com a sutileza das voltas do roteiro.

Ursinho de Stéphane Olijynk

Melhor Documentário
Por sua beleza e por sua representatividade como obra artística e social, na figura da personagem, para sempre viva, Luana Muniz, para nós, não só filha da lua, mas também do sol.

Luana Muniz de Leonardo Menezes e Rian Cordova

Melhor Filme
O filme levanta a possibilidade de uma relação entre dois estereótipos tradicionalmente rotulados como opostos: um homem negro e um homem branco e prostituto. A reflexão sobre preconceitos versus não-preconceitos, a prostituição como opção e a possibilidade de sobrevivência nos ambientes hostis das favelas é colocada na mesa

Ursinho de Stéphane Olijynk

Prêmio DIGO 2018 – concedido pelo juri como reconhecimento de filme com destaque especial.

Uma óde ao Deus Liberto, aos seus filhos Libertinos e à libertação pelos pelos prazeres da carne. Um filme altamente psicanalítico que coloca conceitos e valores sob análise. Um filme impactante e necessário.

A Filosofia na Alcova de Ivam Cabral e Rodolfo Garcia Vasquez

Troféu Christian Petermann é um prêmio especial criado em homenagem ao falecido jornalista incentivador do DIGO e que representa premiação concedida pelo festival para as obras que expandem o tema da diversidade.

Escape de Vinicius Sassine, Mariana Paschoal, Julien Merienne e Maria Chatzi.

CURTAS GOIANOS

Melhor Direção:
O diretor consegue equilibrar diferentes elementos para alcançar uma boa direção (fotografia, narrativa e performances). Nenhum dos elementos compete com o outro. A melhor direção é aquela em que não parece forçada e isso é visto no caso deste curta-metragem.

Netuno de Daniel Nolasco

Melhor Roteiro:
Apresenta uma estrutura linear que mostra que tudo, absolutamente tudo, é erótico, dependendo apenas da combinação de fantasia e desejo. Os personagens e a história dão força à naturalidade do sexo.

Só penso em… de Emiliano Freitas e Edinardo Lucas

Melhor Atuação:
Realiza um excelente trabalho de corpo / gesto que evoca aqueles momentos em que, provavelmente, visitamos uma sauna ou uma discoteca. O componente de credibilidade da performance é crucial para esse tipo de “curta-metragem de ficção” que, de alguma forma, mesmo sendo uma ficção se torna um documentário.

Norval Berbari de Netuno

Melhor Curta Goiano
É premiado por sua excelente direção e atuação, além de representar um filme, apresenta o flerte sem preconceitos mas como parte da diversidade e a dominação. Desta forma, a diversidade é um labirinto de possibilidades que pode incomodar alguns e não outros. Precisamente, a diversidade é transversal aos pensamentos e crenças e seus pontos de riqueza para o repto e a coexistência.

Netuno de Daniel Nolasco

Menção especial
Uma história que é abordada com elementos suficientes de veracidade sobre a diversidade, usando elementos humorísticos que não levam ao “riso fácil”, com uma risada que traz reflexão. A naturalidade se destaca em todos os momentos e o curta-metragem se torna um trabalho de alto valor orientador. O curta-metragem apaga a fronteira entre implícito e explícito, fazendo do sexo uma oração.

Só penso em.. de Emiliano Freitas e Edinardo Lucas

Curta Goiano Escolhido pelo Público:

Tendência de Jonathan Costa

Troféu DIGO Amigo (homenagem) – Filemon Pereira Miguel Secretário Municipal de Direitos Humanos e Políticas Afirmativas

Parabéns a todos. Curtam a nossa página @festdigo e visitem o nosso site digofestival.com.br para acompanhar a programação e novidades.