DIGO 2021

PROGRAMAÇÃOBaixe aqui a programação completa




Competitiva de filmes nacionais e internacionais. Os melhores filmes escolhidos pelo júri e público serão contemplados com o troféu DIGO e prêmios de parceiros. Os filmes estarão disponíveis no site www.digofestival.com.br de 3 a 9 de junho de 2021.

Além da mostra convencional, este ano o DIGO exibe mostras especiais: Mulher LGBTI+ no Cinema – apenas com produções dirigidas por mulheres lgbti+ que concorrem além do troféu, um prêmio especial da Academia Internacional de Cinema, mostra “A pandemia é política” direcionada a questões sociais e políticas que estamos vivendo no momento e a mostra paralela “Open Reel”, composta por filmes premiados da distribuidora internacional.

O voto do público vai até o dia 8 de junho e a premiação acontece no último dia do festival. São 41 filmes, exibidos de forma gratuita para maiores de 18 anos de todo o Brasil, além de diversas atividades de artes integradas.




DIA 3DIA 4DIA 5DIA 6DIA 7DIA 8DIA 9DIA 11

11H:00 – Abertura ENSAIOS LGBTI+

WEBINAR COM PAULO PETROT & YORDANNA LARA

O Feminismo Negro como Filosofia da Diferença
Convidade: Paulo Petrot

É Filósofo, pós doutor em Performances Culturais, Teoria e Crítica Literária. Doutor pela UFRGS e Professor Adjunto da UnB/FUP

Doação voluntária para Casa de Renovo: https://picpay.me/casa.renovo

Mediação: Profa. Yordanna Lara

Professora, historiadora, mestra em Antropologia Social PPGAS/UFG, pesquisadora do Sertão/UFG, Pesquisadora do TransUFG, Pesquisadora do Rosa Parks/UFG, Pesquisadora do Corpora/UFG, co-fundadora do Coletivo TransAção/UFG, ativista dos Movimentos Sociais Negro e LGBTI+
Sinopse: A aula tem como objetivo pensar e problematizar o feminisno negro como epistemologia da Diferença. Ora, a partir do ponto de vista de mulheres negras começaremos a questionar os chamados sujeitos subalternos, as minorias que vivem à margem da sociedade: gays, negros, mulheres, trans, travestis e outrxs sujeitos invisibilizadxs que desviam da norma branca, cristã, heteronormativa e eurocêntrica que sempre teve autorização discursiva e performática para existir no mundo. Gênero, raça e classe se transformam em marcadores fundamentais para pensarmos que o feminismo hegemônico, de supremacia branca não consegue abarcar as complexidades e as subjetividades da agenda das múltiplas diferenças. De fato, ainda temos uma concepção colonial e às vezes metafísica de Diferença. No entanto, propor uma geografia da razão negra que contemple noçoes como lugar de fala, subalternidade, diferença, interseccionalidade são móbeis que nos forçam a descolonizar o eu, o pensamento e acima de tudo, enegrecer o feminismo.
Duração: 90 minutos

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17H:00 – II Ensaios LGBTI +

Linguagem Inclusiva: Técnicas e Reflexões sobre como Escrever e Falar sem Reforçar Preconceitos
Convidade: André Fischer

Criador e diretor do @FestivalMixBrasil, coordenador do @CCDiversidade da @SMCulturaSP.Foi General Manager da @Hornet Networks LatAm, editor e publisher do portal e editora MixBrasil, apresentador e roteirista no @CanalBrasil/Globosat, âncora do CBN MixBrasil, colunista do MTV Notícias e da @FolhadeSPaulo. Colaborador de publicações nacionais e internacionais direcionadas ao público lgbtqia+, seis livros publicados incluindo Manual Ampliado de Linguagem inclusiva (2021, @matrixeditora). Palestrante e consultor sobre assuntos ligados à temática da Diversidade.

Mediação: Cristiano Sousa

Sinopse: Após ter disponibilizado um documento para download gratuito sobre linguagem inclusiva, André Fischer, fundador do Festival MixBrasil, lança o Manual Ampliado de Linguagem Inclusiva, onde traz técnicas e reflexões sobre como escrever e falar sem reforçar preconceitos de gênero, orientação sexual, cor/raça, xenofobia, ageismo e capacitismo. Além de técnicas e reflexões sobre como minimizar marcadores de gênero na escrita e na fala, a nova edição, com 53 páginas, traz também considerações sobre linguagens simples e neutra e dicas para falar em público de forma inclusiva.

Duração: 90 minutos


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19H:00 – Abertura Oficial VI DIGO Festival Internacional de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero no Facebook

20H:00 – Exibição Longa de Abertura “Vento Seco” de Daniel Nolasco na plataforma Cinebrac seguido de bate papo !

15H:30 – III Ensaios LGBTI +

Contribuições da Filosofia de Paul Preciado na Militância LGBTI+
Convidade: Marcelo Hailer

Doutor em Ciências Sociais (PUC-SP), Mestre em Comunicação e Semiótica (PUC-SP) e Graduado em Jornalismo pela Universidade São Judas (USJ). Professor convidado do Cogeae/PUC e pesquisador do Núcleo Inanna de Pesquisas sobre Sexualidades, Feminismos, Gêneros e Diferenças (NIP-PUC-SP). É autor do livro A construção da heteronormatividade em personagens gays na telenovela (Novas Edições Acadêmicas) é coautor do livro O rosa, o azul e as mil cores do arco-íris: Gêneros, corpos e sexualidades na formação docente (AnnaBlume).

Mediação: Prof. Éder Mendes

Graduação em História pela Universidade Estadual de Goiás. Mestre em História pela Universidade Federal de Goiás (2011), Doutor pela Universidade Federal de Goiás (2016). Atualmente, professor efetivo da Universidade Federal de Jataí com as disciplinas de Práticas de Ensino. Coordenador do Laboratório de Ensino e Pesquisa em História. Professor do Programa de Pós-Graduação Strictu Sensu em História (mestrado) da Universidade Estadual de Goiás, Campus Morrinhos. Coordenador do Grupo Estudos e Pesquisas em História da Saúde e das Doenças: Nise da Silveira CNPQ. Tem experiência na área de História, com ênfase em História da Saúde e das Doenças, com especificidade na Saúde Mental, História da Medicina, Análise do Discurso Médico, História da Saúde Pública, Psiquiatria e Racialismo no Brasil, Instituições Psiquiátricas e Controle Social.
Sinopse: Na obra de Paul B. Preciado, “a filosofia transforma-se numa linguagem de ficção política” que permite imaginar um novo mundo. Segundo o filósofo espanhol, um dos maiores pensadores da atualidade, sua busca é por criar uma nova gramática que possa desenhar “o mapa de uma nova sociedade”. Para além da experiência de um “dissidente do sistema sexo-gênero”, tal como se define o filósofo trans, seus escritos unem o rigor acadêmico à criatividade poética, a análise política à narrativa autobiográfica.
Duração: 90 minutos



Duração: 90 minutos




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19H:00 – Workshop Documentando com Marlom Meirelles


O workshop irá promover uma discussão sobre narrativas documentais e representatividade LGBTI+, através de produções do Documentando, projeto de formação audiovisual com teoria e prática cinematográfica em atividade há mais de dez anos.

Público Alvo:
Pessoas interessadas em audiovisual a partir dos 16 anos. Não é necessário ter experiências prévias. Haverá preferência para pessoas trans.

Vagas:
Até 30 estudantes.

Sobre o professor: Marlom Meirelles – Fundador da Eixo Audiovisual, produtora independente de cinema, vídeo e TV. Com formação em cinema na segunda turma do Norte/Nordeste, atua no mercado desde o ano de 2009. É idealizador do Curta na Serra – Mostra de Cinema ao Ar Livre, realizado na cidade de Bezerros. Orientou e co-dirigiu mais de 70 documentários, muitos deles premiados e exibidos em festivais de cinema. Viabilizou a captação de recursos e produção de cinco livros e também produziu fóruns nacionais de cinema e educação. Foi coordenador pedagógico das ações formativas do projeto CineCabeça, à frente do Cabeça de Cinema, que resultou em 12 cursos de iniciação em cinema em escolas públicas estaduais na Região Metropolitana do Recife. Conceituou e produziu o curso História do Cinema Pernambucano, resultado de uma densa pesquisa sobre os ciclos de cinema do Estado. É coordenador e professor dos projetos Documentando e Mídias Móveis, oficinas temáticas de iniciação audiovisual. Fotógrafo com experiência internacional e dois prêmios Pernambuco Nação Cultural.
Duração: 2 horas
Certificado
Censura 18 anos
Será realizado on-line pela plataforma zoom.





Inscrição com prioridade para pessoas trans


21H:00 – Exibição e Bate Papo com realizadores no Cinebrac

15H:00 – III Encontro de Festivais de Cinema e Mostras LGBTI+ do Brasil


O workshop irá promover uma discussão sobre narrativas documentais e representatividade LGBTI+, através de produções do Documentando, projeto de formação audiovisual com teoria e prática cinematográfica em atividade há mais de dez anos.

Tema: Desafios de Produção de Projetos LGBTI+ no Brasil

Inscrições para Certificado: Sympla
Local: Facebook DIGO Festival

Certificado: https://www.sympla.com.br/iii-encontro-de-festivais-de-cinema-e-mostras-lgbti-do-brasil__1228307

Labelle Rainbow – For Rainbow Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual e de Gênero
Lelei Semana Rainbow – Juiz de Fora MG
Marcos Antonio Monte Rocha – Coordenador e curador do Curta o Gênero (Mostra Internacional Audiovisual e Seminário Internacional Gênero, Cultura e Mudança)
Roberto Limberger – Mostra da Diversidade Sexual de Campinas (MoDive-Se)
Thomas Dadam – Transforma – Festival de Cinema da Diversidade de Santa Catarina
Rafael Ribeiro e Thiago Tavares – Pajubá – Festival de Cinema LGBTI+ do Rio de Janeiro
Rosinha Assis Recifest– Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero
Cristiano Sousa – DIGO Festival Internacional de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás

Roberto Limberger Mostra da Diversidade Sexual de Campinas (MoDive-Se) – Campinas, SP

Toda sua trajetória em cultura está diretamente ligada a realização de ações afirmativas em cultura, uma vez que a maioria dos projetos desenvolvidos (Curta Jovem, Jovem em Cena, Audiovisual para Jovens, Nosso Curta) tem como um dos principais objetivos a inclusão social através da arte. A atuação no campo das ações afirmativas ganha profundidade em 2013, ao ser contemplado em edital estadual de produções culturais ligadas ao universo da diversidade sexual. Assim, em 2014 realizou a I Mostra da Diversidade Sexual de Campinas (MoDive-Se) com o auxílio do edital. A mostra em 2020 chegou a sua sétima edição.

Lelei Faini – Semana Rainbow – Juiz de Mora MG

Lelei Faini, Bacharel em Direito, gerente da SETURJF (Secretaria de Turismo de Juiz de Fora) no departamento de Formatação de produtos, promoção e marketing turístico e discente em Turismo.

Marcos Antonio Monte Rocha

Psicólogo e diretor da Fábrica de Imagens. Coordenador e curador do Curta o Gênero (Mostra Internacional Audiovisual e Seminário Internacional Gênero, Cultura e Mudança). Coordenador do Ponto de Cultura Outros Olhares – equidade e diversidade. Membro da Comissão Cearense Cultura Viva; das Redes Cearenses Cultura Viva de Gênero e Sexualidades e Cultura e Infância; da Equipe de Acompanhamento Latino-americano de Cultura Viva Comunitária; e da Rede Latino-americana de Gênero e Cultura. Pesquisador nas áreas de gênero, sexualidades, decolonialidades e cultura. Organizador das Coleções “Outros Olhares” de Direitos Humanos e “Gênero, Cultura e Mudança”. Organizador do livro “Visões e vivências latino-americanas do Cultura Viva”. Realizador audiovisual.

Thomas Dadam

Graduado em Cinema pela Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL. Sócio-produtor da BAPHO Cultural, produtora cultural LGBTQIA+. Idealizador e curador da Transforma – Festival de Cinema da Diversidade de Santa Catarina. Membro-fundador da Setorial de Cultura LGBT+ de Florianópolis-SC.

Rafael Ribeiro

Mestre em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense, com especialidade em Mídia, Cultura e Produção de Sentido. Seu trabalho e pesquisa exploram questões de diversidade sexual e cultura pop. É cineasta independente, atuando como diretor e roteirista. Foi curador da Mostra Audiovisual ARTEPOP, em 2020 e do V ROTA – Festival de Roteiro Audiovisual, em 2021. Como roteirista, possui dois prêmios ROTA nas categorias Melhor Roteiro de Documentário pelo Juri Popular (2019) e Melhor Curta com Tema Social (2019) pelo filme Vinde Como Estais. Participou do 1º Sesc Argumenta (2018) e foi finalista do concurso LATINX 2020 – Categoria Brasil com o projeto Tudo Que Eu Sou. É o idealizador e coordenador geral do Pajubá – Festival de Cinema LGBTI+ do Rio de Janeiro.

Thiago Tavares

Thiago é pesquisador, produtor, parecerista, professor e curador no campo do audiovisual e das artes visuais. Mestre em Cultura e Territorialidades pela UFF, com pós graduação em Produção Cultural e graduação em Cinema. Nascido e criado em São Gonçalo, região periférica do RJ, atua como produtor cultural, com participação em equipes de produção de eventos culturais nacionais e internacionais. Como produtor executivo e produtor de criação na empresa Cinetrupe Produções, realizou filmes e projetos contemplados em editais como o Territórios Culturais da SEC-RJ e premiados, com passagens por mais de 40 festivais de cinema, como o Festival do Rio (Premiére Brasil/Novos Rumos) e em canais de TV como o Canal Futura, Prime Box Brasil e TV Sertão. Foi curador e produtor da exposição “Limiares” realizada no Paço Imperial no RJ em 2017. Tem experiência ministrando cursos de Introdução ao Audiovisual no SESC-São Gonçalo, Produção Cultural no Programa Favela Criativa e como tutor no curso de graduação em Produção Cultural da UFF. Foi pesquisador na Cátedra Unesco de Políticas Culturais e Gestão. Foi analista de projetos culturais no FAC-DF Ocupação 2019. Foi analista de projetos culturais no FAC-DF Ocupação 2019. É parecerista credenciado de projetos culturais do Ministério do Turismo na área do audiovisual e de formação na área cultural.

Labelle Rainbow

Travesti, Negra, estudante de comunicação social/publicidade e propaganda, designer, ativista dos movimentos sociais. Coordenadora do For Rainbow Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual e de Gênero.

Rosinha Assis

Rosinha Assis é idealizadora e coordenadora do Recifest- Festival de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero, que conta com oito edições, atua na área de produção, tendo participado de vários festivais de cinema em PE, PB, RN e CE, também trabalha na produção de filmes e séries de TV a exemplo de: “Ocupações” de Eugenio Puppo, “Giga I e II” de Taciano Valério, “Ouro Velho” de Cláudio Assis e Lírio Ferreira, “Big Jato” de Claudio Assis, “Repulsa” de Eduardo Morotó, “1817, A Revolução Esquecida” de Tizuka Yamazaki, “O Esquema” e “Auto Falo” de Caio Dornelas, entre outros.


19H:00 -Bate Papo Competitiva Mulheres LGBTI+ no Audiovisual

Mediação: Amanda Costa

21H:00 – Teatro On-Line

VerbOverdose com Rodrigo Rosado (com libras)

Esta leitura dramática pensada já para o formato virtual, resgata a história de ANTENOR, um anônimo, “…Absolutamente sem importância social” e tão comum em nosso cotidiano. Quem seria Antenor no imediatismo do século XXI? Desde 2014, Rodrigo Rosado revisita textos clássicos e pesquisa as redes sociais para construir um trabalho baseado em sua inquietação: “O ser humano não suporta ser humano”. Com o desenvolvimento das redes sociais esta inquietação se tornou uma necessidade de questionar artisticamente, o que é ser humano?
Verboverdose é um experimento cinematográfico-documental e teatral do quadro “Buscando encaixotar padrões”, baseado no conto “O Homem da cabeça de papelão” de João do Rio, escrito em 1910 e relatos pessoais do processo de aceitação de ser gay em uma sociedade machista que passou o ator.
Criação e direção: Rodrigo Rosado
Atuação: Rodrigo Rosado
Direção de Fotografia: André Frade
Som Direto: Bruno Pires
Produção: Mariana Caputo/ Tiradentes em Cena
Duração: 25 min
INGRESSOS AQUI


21H:00 – Exibição e bate-papo com realizadores no CINEBRAC

15H:00 – IV Ensaios LGBTI+

Invenção da Heterossexualidade à luz dos Estudos de Gênero e Sexualidade
Convidade: Helena Vieira

É pesquisadora, transfeminista e escritora. Estudou Gestão de Políticas Públicas na USP. Foi colunista da Revista Fórum e contribuiu com diversos meios de comunicação como o Huffpost Brasil, Revista Galileu (matéria de capa sobre transexualidade), Cadernos Globo (Corpo: Artigo Indefinido), Revista Cult e Blog Agora É que São Elas da Folha de São Paulo. Foi consultora na novela A Força do Querer da Rede Globo. Recentemente, foi co-autora dos livros ” História do Movimento LGBT “organizado por Renan Quinalha e James Green, ” Explosão Feminista” organizado por Heloísa Buarque de Holanda, ” Tem Saída? Ensaios Críticos sobre o Brasil”, organizado por Rosana Pinheiro Machado e ” Ninguém Solta a Mão de Ninguém: Um manifesto de resistência”, da editora Clarabóia. Dramaturga, fez parte do projeto premiado pela Focus Foundation na categoria Artes Cênicas” Brazil Diversity”, em Londres, com a peça ” Ofélia, the fat transexual”. Foi Assessora Parlamentar na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, atuando com Direitos Humanos, LGBTs, Saúde Mental e idosos. Em 2019 desenvolveu junto ao Laboratório de Criação do Porto Iracema das Artes, pesquisa
dramatúrgica intitulada ‘ Onde estavam as travestis durante a Ditadura?’. Atualmente é Assessora para a Cultura da Diversidade na Escola Porto Iracema das Artes.

Mediação: Profa. Yordanna Lara

Professora, historiadora, mestra em Antropologia Social PPGAS/UFG, pesquisadora do Sertão/UFG, Pesquisadora do TransUFG, Pesquisadora do Rosa Parks/UFG, Pesquisadora do Corpora/UFG, co-fundadora
Sinopse: O objetivo da presente aula é a análise das transformações dos cânones sociais que de acordo com a definição de Norbert Elias tem como essência a base ideológica, política e social dos pilares que regem o comportamento da sociedade. Nesse contexto, temos como alvo a delimitação histórica da sexualidade e da invenção da heterossexualidade. A metodologia utilizada é a análise do discurso e paralelamente a literatura comparada como elemento constitutivo do embate intelectual sobre essas transformações comportamentais. Por fim, temos que a sociedade caminha diante de mudanças contínuas e a sexualidade não fugiu a essa regra.

Duração: 90 minutos

Inscrição Clique Aqui


17H:00 – I Encontro de Festivais LGBTI+ da América Latina e Caribe – DIVERCILAC

Tema: O futuro de festivais LGBTI+ na América Latina
Inscrições Certificado: Sympla
Local: Facebook DIGO Festival
Convidades:

Ana Lucia Ramírez Mateus – Coordinadora/ ESCUELA AUDIOVISUAL AL BORDE/ Colombia-Chile
César Guerra García – Director/DIVERSIDAD SOMOS, FESTIVAL CULTURAL DE DIVERSIDAD SEXUAL Y DE GÉNERO/ MÉXICO
Cristiano Sousa – Diretor DIGO FESTIVAL INTERNACIONAL DA DIVERSIDADE SEXUAL E DE GÊNERO DE GOIÁS
Fredy Alfaro Reyes – Diretor/ FIC LGBT EL LUGAR SIN LÍMITES / ECUADOR
José Alirio Peña Zerpa – Diretor -CINEVERSATIL, FESTIVAL INTERNACIONAL DE CORTOMETRAJES SOBRE DIVERSIDAD/ ARGENTINA – Mediador
Victoria Cabrera Escobar – Diretora/ MIC Género/ México
Sebastián Inostroza – Diretor Artístico/ AMOR FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINE LGBT+/ CHILE

Fredy Alfaro Reyes – Diretor/ FIC LGBT EL LUGAR SIN LÍMITES / ECUADOR

Gestor cultural e ativista pelos Direitos Humanos há mais de 20 anos. Estudou Ciências Políticas Sociais e Direito (Universidade Central do Equador), Diploma em Gestão de Competências (Universidade Frank País García – Cuba). Atuou como Coordenador do Grupo 15 da Seção Equatoriana da Anistia Internacional, cujo eixo era a educação em Direitos Humanos. Colaborou em diversos projetos de Direitos Humanos no PNUD. Criador e diretor do site oficial da comunidade LGBTI de Quito (Equador): quitogay.net. Complementou sua formação com estudos em direitos humanos, gestão por competências, gestão e administração de projetos. Participou do programa “Defendendo e protegendo os direitos LGBT” (EUA).

Sebastián InostrozaSebastián Inostroza – Diretor Artístico/ AMOR FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINE LGBT+/ CHILE

Comunicador audiovisual chileno de 38 anos, gestor cultural, publicitário criativo e empresário. Em sua carreira de 14 anos, ele trabalhou em projetos independentes e posições em programação e produção de filmes, gestão cultural, marketing digital e criatividade publicitária. Em 2014 foi convidado como sócio consultivo da Santiago Chueco, a primeira agência de turismo gay em Santiago, e trabalhou como editor geral do portal Gay Guide Chile. No ano seguinte, fundou o AMOR International LGBT + Film Festival, do qual atualmente atua como diretor artístico. Nos últimos anos criou e assessorou diversos projetos culturais e de entretenimento, sempre dando visibilidade à comunidade LGBT +.

César Guerra García – Director/DIVERSIDAD SOMOS, FESTIVAL CULTURAL DE DIVERSIDAD SEXUAL Y DE GÉNERO/ MÉXICO

Desempenha atividades como gestor cultural independente. Já trabalhou com mais de mil artistas de diversas disciplinas e tem especial interesse na utilização dos espaços públicos como exercício de cidadania. Colaborou para a Difusão Cultural UNAM nos festivais “En contacto Contigo” e “Fiesta del Libro y la Rosa”. Ele também é palestrante e consultor para empresas de hospitalidade. Como ativista de direitos humanos, com uma agenda sobre diversidade sexual, igualdade de gênero e vítimas de violência, seu trabalho tem se traduzido em políticas públicas e legislações. Elaborou o projeto de criação da Direção de Igualdade de Gênero e Diversidade Sexual do município de Tepoztlán, Morelos. Para a Comissão de Direitos Humanos do estado de Morelos, desenvolveu o projeto de formação em direitos humanos e diversidade sexual para servidores públicos do estado de Morelos. Ele tem feito lobby junto à Iniciativa de Lei da Cultura para o estado de Morelos por três anos.

José Alirio Peña Zerpa – Diretor – CINEVERSATIL, FESTIVAL INTERNACIONAL DE CORTOMETRAJES SOBRE DIVERSIDAD/ ARGENTINA

Venezuelano, residente em Buenos Aires. IOM Fellow no corpo docente universitário de nível secundário e superior (Universidade Austral). Candidato a Doutor em Ciências Sociais (Universidade Central da Venezuela-UCV / Caracas). Mestre Scientiarum em Comunicação Social (UCV). Estudou Cinema na Escola de Cinema e Televisão de Caracas (ESCINETV). Diretor do CINEVERSATIL. Produtor Geral do Festival Internacional de Cinema e Vídeo Verde da Venezuela – FESTIVERD. Membro fundador da Rede Ibero-americana de Pesquisa em Narrativas Audiovisuais. Co-fundador da Rede de Diversidade no Cinema Latino-Americano e Caribenho – DIVERCILAC. Autor e coautor de livros e artigos sobre cinema venezuelano, cinema ecológico e cinema sobre diversidade sexual. Foi membro do júri do DIVA FILM FEST, DIGO FILM FESTIVAL, MORCE GO- VERMELHO, Mostra de Cinema Latino-Americano de Río Grande e FIC
Guayaquil. Atualmente produz e dirige “CINEVERSATIL y más” na Rádio Zonica.

Ana Lucia Ramírez Mateus – Coordinadora/ ESCUELA AUDIOVISUAL AL BORDE/ Colombia-Chile

Artivsta transfeminista e cineasta comunitária. Produtora audiovisual graduada pela Escola Superior de Cinema e T.V. (Universidade Nacional da Colômbia), Especialista em Estudos Culturais e Mestre em Estudos de Gênero e Cultura (U de Chile). Em 2001, junto com Clau Corredor, criou Mujeres Al Borde, coletivo transfeminista que desenvolve processos comunitários de arte e ativismo a partir de dissidentes sexuais e de gênero, onde está a cargo de Al Borde Producciones, um projeto que cria histórias audiovisuais que desafiam os ordens de gênero e sexualidade, sendo também coordenadora da Escola de Audiovisual Al Borde. Possui vasta experiência de trabalho direto com comunidades dissidentes do sexo na América Latina, projetando e desenvolvendo processos pedagógicos, artivismo, memória coletiva, cinema comunitário, autocuidado e cuidado entre ativistas. Ele desenvolveu amostras de suas produções online e face a face.

Victoria Cabrera Escobar – Diretora/ MIC Género/ México

Estudou Publicidade e Relações Públicas na Universidad Veracruzana. Gerente cultural independente. Tem colaborado em equipes de trabalho em diversos eventos culturais cinematográficos como o Festival Internacional de Cinema Independente Oftálmico, o FESTIVAL HAY (2012-2014), o Festival Ambulante Itinerante (2011-2016), o Festival Internacional de Cinema de Morelia (2014-2017) . Colaborou vários anos com o Ecocinema México e o Ibero-American Film Award Fénix. Foi apresentadora das duas temporadas do programa “Café Lumiere”, produzido e transmitido pela rádio Televisión de Veracruz (RTV). Iniciou sua participação no Festival Internacional de Cinema com Perspectiva de Gênero – MIC G Gênero, como Coordenadora do estado de Veracruz (2016-2017). Em 2018 assumiu a coordenação geral no México e na Argentina e em 2019 a co-direção do projeto.

21H:00 – Teatro ONLINE: PORCO-ESPINHO com FÁBIA MIRASSOS

Porco-Espinho

A atriz Fábia Mirassos, em sua pesquisa sobre a solidão da travesti, debruça-se sobre a metáfora do filósofo Arthur Schopenhauer para explorar os dilemas afetivos da convivência humana, apresentando a peça-metragem — ou monólogo teatral em formato de cinema — “Porco-Espinho”, escrita pelo dramaturgo Marcelo Oriani.
Porcos-espinho se amontoam no inverno, mas se machucam por causa de seus espinhos e então se afastam. O inverno insuportável faz com que voltem a se juntar e o ciclo se repete até perceberem que só é possível ficarem próximos se mantiverem uma certa distância uns dos outros. O mesmo acontece com as pessoas. A solidão, o tédio, o fetiche ou a curiosidade as impulsiona a se procurarem mas depois se repelem devido às características espinhentas e de suas próprias naturezas, em um interminável ciclo de desejo, afeto, carência e solidão.

Interpretação: Fabia Mirassos
Texto Original: Marcelo Oriani
Direção: Hugo Faz
Direção de Fotografia: Hugo Faz
Segunda Câmera: Jack Bones e Rony Hernandes
Montagem e Edição: Hugo Faz
Direção de Arte: Hugo Faz e Fabia Mirassos
Sonoplastia, Edição de Som e Mixagem: Hugo Faz
Figuração: Hugo Faz, Jack Bones e Rony Hernandes
Consultoria: Paulo E. Biagioni
Produção Executiva: Hugo Faz
Produção: Estúdio NU produções Artísticas
Duração: 32 minutos
Classificação: 14 anos

Sobre a atriz:

Fabia Mirassos, 41 anos, é atriz e visagista. Trabalhou com os Satyros desde 2005 como visagista e/ou atriz em diversos espetáculos (“A vida na Praça Roosevelt”, 2005, “Justine”, 2016, “Pink Star”, 2017), e também atuou em espetáculos com os grupos Os Babilônicos (“Por Trás das Lonas de Babilon”, 2016), Cia do Terreno (“[A]Gente”, 2018, com reestreia em 2020, onde atua e assina a dramaturgia, o visagismo e a ambientação cênica) e Cia Mungunzá (atuando em “Luis Antonio Gabriela” e assinando o visagismo de “Por que a Criança Cozinha na Polenta”, 2019), além de protagonizar no mesmo ano os espetáculos “Máquina Branca” de Ave Terrena Alves (2019) e participar de “Interditos”, de Nelson Baskerville e “Brian ou Brenda” de Franz Keppler, que lhe rendeu prêmio de melhor atriz coadjuvante do Observatório do Teatro. No audiovisual, protagoniza em 2020 a série “Nós”, do Canal Brasil e participa de “Todx Nós”, da HBO. Atuou ainda no curta-metragem “Isolatta” (2020) e nas peça-metragens “Isso Não É Uma Peça” (2020) e “Porco-Espinho” (2021), dirigidas por Hugo Faz.

INGRESSOS AQUI

15H:00 – VI Ensaios LGBTI+

Gênero e Sexualidade(s): Contribuições da Filosofia Fenomenológica
Convidade: Ester Sales

É Filósofa, mestre e doutoranda em Filosofia (UFMG) – Pesquisadora em Fenomenologia da Sexualidade, Sexualidade Humana e Método Fenomenológico

Mediação: Prof. ítalo Silva

Psicanalista, filósofo e pedagogo. Mestre em Educação, Linguagem e Tecnologia pela Universidade Estadual de Goiás – PPG-IELT. Especialista em Docência do Ensino Superior e também em Filosofia Clínica pela Faculdade Católica de Anápolis. Atua como membro da Comissão da Diversidade Sexual da OAB – Subseção de Anápolis.
Sinopse: Desde quando e como a escola trata dos temas da sexualidade nas aulas? Com quais objetivos? Por que a escola insiste em tratar dos temas da sexualidade apenas em determinadas disciplinas e dentro de uma perspectiva naturalizante, normativa e reprodutiva? Depois do que já estudamos no componente curricular Gênero e sexualidade na atualidade, podemos concluir que essas abordagens dão conta da complexidade que envolve a sexualidade humana? Essas são algumas questões que nortearão esta aula.
Duração: 90 minutos

INSCRIÇÃO AQUI

11H:00 – VII Ensaios LGBTI+

Direitos e Lutas da Comunidade LGBTI+
Convidade: Prof. Lucas Bulgarelli

Bacharel em Direito (USP), Mestre (USP) e Doutorando (USP) em Antropologia Social. Diretor do Instituto Matizes – Pesquisa e Educação em Diversidade. Professor de Pós-Graduação na FIAP e no Grupo Verbo Educacional. Coordenou a pesquisa Violência contra LGBT+ nos contextos eleitoral realizada pela Gênero e Número (2019). É pesquisador do Núcleo de Estudos dos Marcadores Sociais da Diferença (NUMAS-USP) e coordenador do Núcleo de Pesquisa em Gênero e Sexualidade da Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo (OAB/SP).

Mediação: Prof. Marcelo do Carmo

Doutor em Sociologia (Sorbonne – Paris Descartes). Mestre em Comunicação Social. Professor Adjunto do Departamento de Turismo da UFJF. Professor convidado da pós-graduação lato sensu “gênero e sexualidade – perspectivas interdisciplinares” (FACED/UFJF). Secretário Municipal de Turismo (SETUR PJF/MG).

Sinopse:

No Congresso Nacional do Brasil estão representados quase todos os interesses de uma nação composta por mais de duzentos milhões de habitantes de um país de extensões continentais, mas essa representação está distorcida. Há muito mais homens, apesar de a maioria da população ser feminina; muitos mais brancos, apesar de a maioria do país ser negra; muitos mais ricos (empresários, fazendeiros, pastores milionários), apesar de a maioria da população ser pobre, e há segmentos quase nunca representados, como a população LGBT. Isso explica, em parte, por que o parlamento, até hoje, nunca aprovou um projeto de lei que estenda a cidadania plena à nossa comunidade. Somos o país campeão em assassinato de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, mas os contrários à criminalização da discriminação contra LGBTs argumentam que nosso ordenamento jurídico já prevê leis para punir violência, e que uma lei especifica para a violência homofóbica seria um “privilégio da comunidade LGBT”. Privilégio seria não tratar a homofobia como as outras discriminações. Quando o racismo é tratado de um jeito e a homofobia de outro, abre-se espaço para uma hierarquização da vida e da dignidade das pessoas.
Duração: 90 minutos

INSCRIÇÃO AQUI

15H:00 – VIII Ensaios LGBTI+

Cultivando Culturas e Zelando por Memórias LGBTI+
Convidade: Prof. Felipe Areda

É antropólogo e educador social. Na última década, tem se dedicado a investigar e difundir os direitos culturais da comunidade LGBTQIA+, em especial seu direito à memória. É fundador e presidente do Instituto LGBT+ (@institutolgbt ), integrante da Rede LGBT de Memória e Museologia Social, do Fórum de Lutas LGBTQI e Demais Dissidências do Distrito Federal e Entorno e do Fórum Victória Jugnet de defesa do direitos das crianças e adolescentes LGBTQIA+. No campo das políticas públicas, é especialista em Assistência Social e gestor de políticas públicas voltadas para o enfrentamento à violência e promoção da diversidade. Em razão de sua trajetória de uma década dedicada à educação, o Memorial LGBTQIA+ recebeu, em 2018, o prêmio Cultura e Cidadania do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.

Mediação: Prof. Rafael Alves

Graduado em Letras – Licenciatura Plena em Língua Portuguesa, bem como Mestrado em Literatura. Atua na rede Estadual de Ensino-GO. Educador popular, ativista em Defesa dos Direitos Humanos. Articulista na Plataforma Nosso Goiás e Ecossocialista.

Sinopse:
Vivemos em uma sociedade marcada pela cultura da memória. Somos assombrados pelo medo de esquecer e o dever quase obsessivo de lembrar. Essa tendência à ‘musealização’ pode ser facilmente observada tanto em processos culturais coletivos como na vida privada, em que se busca, cada vez mais, gravar e arquivar as experiências. Perante o novo regime, da memória hiperativada, devemos ter cautela com o papel que o passado exerce no presente. Nietzsche já alertava que a boa consciência e a capacidade de confiar no futuro depende da justa medida entre saber esquecer no momento preciso e se lembrar quando necessário. Frente a essa conjuntura, uma pergunta se faz central: quais são os efeitos de sentido do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transsexuais) no Brasil?
Duração: 90 minutos

Inscrição:
INSCRIÇÃO AQUI

19H:00 – PREMIAÇÃO 6º DIGO FESTIVAL NO FACEBOOK

Exibição Filmes Vencedores na Plataforma Cinebrac

Filmes disponíveis no www.cinebrac.com.br

no mês de junho !

Exposição Presencial e On-line DIGO – Junho 2021

Performatividades Drag:

as cores e a força da arte

Exposição On-Line e Presencial:
Local: Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Políticas Afirmativas de Goiânia
Endereço: R. 99, 66 – St. Sul, Goiânia – GO
Horário de Visitação: Segunda a Sexta – 8:00 as 18:00

On-line: www.performatividadesdrag.com.br

Apoio:
Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Políticas Afirmativas de Goiânia
Secretária: Cristina Lopes Afonso @dracristina
Superintendente Municipal LGBTI+: Vitor Campos Resende @vitorcadillac

Direção Geral: Cristiano Sousa
Coordenação Projeto: Solange Amarilla
Coordenação Ensaio Fotográfico: Chris, The Red

Expositores Performatividades Drag:

Chris, The Red

Chris, The Red é designer gráfico, artista visual e fotógrafo. Mestrando em Poéticas Visuais (PPGAV/UFRGS). Especialista em Artes Visuais (SENAC/DF). Bacharel em Relações Internacionais (UnB). Desde 2002, CEO e fundador da The Red Studio. Tem focado sua carreira artística, principalmente fotográfica, pesquisando temas como o corpo, a nudez, a sexualidade e a pós-pornografia. Trabalhos exibidos em São Paulo, Santos, Campinas, Amparo, São José do Rio Preto, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Londres, Berlim e outras. Com o artista visual Bruno Novadvorski, criou o DUOCU. Editor-chefe da revista [pós]CORPOS e colaborador da revista Falo Magazine.

Solange Amarilla

Graduação em Design de Moda e Especialização em História Cultural: Imaginários, Identidades e Narrativas. Universidade Federal de Goiás, UFG. Docente na Escola do Futuro Basileu França; nas áreas de Artes Visuais e Curso Superior em Produção Cênica. Atuando em Eventos Culturais e Sustentáveis, Produção, Moda, Espetáculo, Cenários e Figurino.

Drags:
Condessa Valéria Vaz
Valdirene
Luna